Essa semana estava refletindo sobre como é difícil digitar com unhas grandes.
Em outubro do ano passado, comecei a fazer alongamento em gel e desde então estou existindo nesse universo com as mais belas unhas 💅🏻. O problema é que realmente é difícil digitar com elas, passa a ser inevitável teclar com a unha e não com a almofada do dedo. Eu trabalho em um escritório, grande parte do tempo no computador, então se tornou um detalhe chatinho no meu cotidiano. Mas não me importo, olha que lindas estão! Haha
Nos últimos anos tenho me permitido ser mais e mais vaidosa. Me preocupo com unhas, maquiagem e cabelos. Gasto mais dinheiro com produtos melhores. Agora uso ácido no rosto!
É curioso parar e observar a trajetória de quem sempre fugiu da feminilidade e apenas depois de adulta está testando essas águas. Sempre que penso nisso, me sinto vindo na contramão das outras mulheres. Provavelmente parece bobo para quem cresceu com uma referência de cuidado feminino em casa, né? ☺️
Poderia me alongar aqui numa explicação psicológica do porquê eu negava as coisas femininas quando era mais nova, mas estou com preguiça de desenvolver, haha. Às vezes, vir escrever um post acaba parecendo uma redação do Enem quando precisamos elaborar demais uma questão. Para piorar, estou criando o post do celular (o app do Blogger funciona bem para isso!), digitando, deixando o fluxo de pensamentos correr, porém voltando para apagar as palavras aleatórias que o corretor acrescenta porque ele quer.
Hoje estou de home office e tirei uma fotinho das unhas porque estava admirando elas aqui, num momento em que bateu sol nas pedrinhas. Estão tão fofas. Estou feliz sendo menina e amando coisinhas em tons pastel 🌈✨, porém ainda sou terrivelmente trevosa e não largo um all black, inclusive estou cada dia mais bruxa 😂. Equilíbrio é tudo, né?
Até já (:
Enquanto lia, fiquei pensando em quantas coisas deixamos para conhecer em nós mesmas apenas na vida adulta. Nem sempre é sobre mudar, mas sobre dar espaço para partes que antes não pareciam possíveis.
ResponderExcluirsim, a gente se poda ao longo da vida sem nem notar
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